Ivo S. G. Reis - Artigos, Poesias, Contos e Crônicas
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Três mutações perigosas do coronavírus são descobertas no Brasil, único país em que se manifesta

Eles já estavam entre nós desde 2019, mas não haviam sido detectados porque o seu tempo de incubação é de 10-12 meses, diferentemente do coronavírus, cujo mesmo tempo é de 14 dias, em média. Outra dificuldade é que o portador só vai começar a sentir os sintomas a partir do 10º mês, podendo levar um ano para ter certeza e mais dois meses para se oficializar e entrar nas estatísticas. Por isso só agora foram revelados, constatando-se que esses três novos vírus são mutações mais resistentes e que só encontram condições de sobrevivência no Brasil. Fora daqui, somente Estados Unidos e Israel parecem reunir condições de desenvolverem novas mutações semelhantes, mas que só prosperariam naquelas regiões. Os três daqui são genuinamente brasileiros, para desorgulho nacional.

As três mutações brasileiras do coronavírus

Bolsovírus (Coronabolso-19) - o mais resistente
Jair Bolsonaro foi o paciente zero, aquele que introduziu o vírus no Brasil, em 2019. Daí o nome científico "Coronabolso-19". Só foi descoberto agora porque o seu tempo de incubação é de vários meses, podendo chegar a um ano, diferentemente do coronavírus, que se apresenta detectável logo após 14 dias. O bolsovírus ataca pessoas e instituições. São imunes: católicos e evangélicos, militares, policiais, milicianos, ministros e parlamentares alinhados com o governo. Mata sem piedade ambientalistas, cientistas políticos, intelectuais, petistas e ativistas de esquerda. Não há perigo de que se transforme em pandemia, pois as condições favoráveis à sua sobrevivência só se dão no Brasil.

Guedesvírus (Coronaguedes-19) - o mais perigoso e letal
Este é de dar medo, porque ataca com fúria, podendo levar à morte. Seu grau de letalidade é muito maior do que os dos outros dois. Seu alvo preferido são os pobres, servidores públicos, trabalhadores, empregadas domésticas e a classe média. Mantém uma relação simbiótica de dependência com o bolsovírus, já que coexistem nos mesmos habitats e organismos. É capaz de destruir por completo a economia de uma nação. São imunes: banqueiros, grandes corporações e empresários, rentistas, detentores de grandes fortunas e também os militares de carreira.


Morovírus (Coronamoro-19) - o mais traiçoeiro e dissimulado
Este fica escondido ou disfarçado para não ser notado, aguardando a oportunidade certa para atacar. É o mais difícil de ser descoberto porque se disfarça como um camaleão. É um vírus covarde, bastante agressivo, mas não tem vida própria, só sobrevivendo enquanto o bolsovírus viver ou não se incompatibilizar com ele. Tem preferência a atacar membros do judiciário e inimigos do bolsovírus. Se achar conveniente, ataca o hospedeiro e o protetor, porque luta por conquistar seu próprio território. Ataca também os da mesma espécie, tentando se sobressair entre eles. Mas seu tempo de vida é mais curto e o estrago maior que causa se dá no auge do seu apogeu, que também é curto. Das três mutações, esta é a mais fraca. 

Como o país pode se livrar desses vírus?

Só existem dois caminhos: eliminando o bolsovírus e/ou vacinando a população. Quarentena não resolve, porque pararia o país. O problema é que ainda não se sabe como eliminar o bolsovírus e nem como desenvolver a vacina "esclarecimento", a única capaz de imunizar. Os estudos e as pesquisas de laboratório ainda estão muito atrasados e poderá ainda levar muitos meses ou até mais de um ano para encontrar a vacina certa. Por outro lado, não contamos com ajuda internacional porque os países sabem que esses tipos de vírus são epidemia apenas no Brasil, e não conseguem evoluir para pandemia, porque não sobrevivem fora daqui. Assim, não havendo risco internacional, não há também ajuda internacional. É assim que o mundo e a economia globalizada funcionam.

A solução é, pois, encontrarmos o nosso próprio caminho, desenvolvendo a vacina do esclarecimento e obrigando a população a submeter-se à vacinação em massa.
Ivo S G Reis
Enviado por Ivo S G Reis em 08/03/2020
Alterado em 08/03/2020


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