Quando se fala em "diário", imagina-se aquele conjunto de textos curtos, organizados em ordem cronológica, onde se registram fatos importantes, emoções, alegrias, tristezas, sentimentos, enfim, coisas importantes que acontecem em nossas vidas e que achamos que merecem registro.
Tal não é o caso aqui. Este é um diário seletivo, onde também constam essas ocorrências importantes, mas é, antes de tudo, uma espécie de lembrete sobre coisas das quais pretendo falar futuramente, de forma seletiva, porque nem todas serão abordadas. São coisas que não podem deixar de ser mencionadas, no meu entender. Daí, o grande lapso de tempo entre um texto e outro; daí, a pouca quantidade de textos. Anotações anteriores estão esparsas pelo site.
Esta é uma reflexão a ser desenvolvida para futura publicação. A ideia central é a de que quando já se sabe que o problema surgirá inevitavelmente(só não se sabendo precisar quando), por que não adotar uma solução preventiva, ao invés de esperar o problema acontecer para, só então, adotar-se uma solução "corretiva"?
Data de hoje: 22/11/2017
Texto a ser desenvolvido futuramente
Formato: prosa poética, crônica ou ensaio literário
Resumo: Uma alegoria de como seria a humanidade se houvesse um governo mundial e um governo, em cada país, formados por órgãos colegiados (conselhos), compostos por filósofos e ambientalistas, com poder de decisão ou, pelo menos, como órgão consultivo dos governos.
Notas: Se o desenvolvimento do tema ficar muito extenso e não se enquadrar em prosa poética, poderá vir a ser publicado como crônica. O rascunho da idéia é o que vai determinar a forma final.
Pensamento: Ah, se os governos tivessem um órgão colegiado formado por filósofos e poetas para assessorá-los... Haveria tanta desigualdade social? E os impostos? Aumentariam tanto, obrigando-nos a deixar quase metade do que ganhamos nas mãos do Governo? Não, com filósofos e poetas, não. Eles, em sua grande maioria, amam o que é justo, ético e politicamente correto.